“ A culpa não é dos cães, é dos donos…”
Um desenho feito por uma criança da Escola EB1 Gil Vicente,
denota que também os mais pequenos estão sensíveis a esta praga.
Dos muitos desenhos que nos entregaram, tentámos escolher um
que reflectisse o espírito desta rubrica. Foram-nos entregues
aquando da sua visita ás instalações da Junta de Freguesia.
E deixamo-vos aqui algumas das questões por eles colocadas:
- Afinal é ou não proibido deixar o cocó do cão na rua?
- Podem deixar o cocó na relva dos jardins?
- As pessoas não vêem que podemos pisar?
Penso que todos sabemos as respostas….
Apesar das placas proibitivas aos dejectos caninos, continuamos
a ver Queijas enfeitada com os “presentes”
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dos cãezinhos. Apelamos
mais uma vez ao civismo individual, e à consciencialização
da população para que este “fenómeno” comece a desaparecer. Por
certo todos gostaríamos de ver as nossas ruas limpas.
E se devolvêssemos os jardins ás crianças?
Esta é uma imagem que infelizmente não é frequente nos nossos espaços verdes.
Como seria agradável que os dejectos caninos devolvessem os jardins ás crianças.
Iniciámos um plano de colocação de placas proibitivas aos dejectos caninos.
Mas… infelizmente os cãezinhos não sabem ler… dai ter-se optado por um modelo de placas, onde é possível também ver a figura e a respectiva sinalética proibitiva
Talvez assim o próprio cão se recuse a defecar onde não deve, e chame a atenção do seu dono.
Mais uma vez apelamos à consciencialização da população para este flagelo.
A limpeza urbana, tem que começar por cada um de nós, e reafirmamos que compete aos donos dos animais procederem à remoção dos dejectos.
A quem já não aconteceu...
Andar pelo passeio… distraído… e de repente… pisar um “presente”, ou andarem as crianças a brincar na relva dos jardins, e quando se atiram para a relva, ganham um “presente” na roupa… ou pior… nas mãos ou face…
Infelizmente este é o nosso quotidiano.
Somos obrigados a conviver com as nossas ruas e jardins neste lamentável estado.
Somos obrigados muitas vezes a não poder circular nos passeios, com receio de pisar um “presente”, e a termos que circular na estrada, sujeitos a males maiores.
Para que nos entendamos, os passeios existem para as pessoas neles andarem, e os jardins e espaços verdes, para áreas de lazer, onde adultos e crianças possam passear ou brincar à vontade.
E todos sabemos que em Queijas não é isto que acontece. Parece que os cãezinhos são donos e únicos utilizadores do espaço público.
Sabia que é púnivel com coima não apanhar os dejectos em espaço público?
Sabia que existem espalhados pela Freguesia sacos próprios e recipientes de lixo próprios para remoção e deposição dos dejectos?
Sabia que tal actuação é considerada um atentado não só ambiental, como também à própria saúde pública e higiene urbana?
Deveria efectivamente imperar uma consciência cívica, que manifestasse o respeito pelos demais cidadãos.
O problema da limpeza urbana deve passar por cada um de nós, e neste caso concreto, compete aos donos dos animais procederem à remoção dos dejectos.
Afinal não custa muito, é só fazer na rua aquilo que julgo que qualquer de nós faria em casa.
Quando em casa um cãozinho faz um presente, apanhamo-lo e vamos colocá-lo ao lixo.
Na rua, em espaço público, deveria ser exactamente a mesma coisa.
A sua casa é sua, mas o espaço público é de todos.
Os dejectos caninos são o maior problema, em termos de ambiente na freguesia, e estão a indignar uma grande percentagem da população
Para ajudar neste combate aos dejectos caninos, iremos duplicar os dispensadores de sacos e os recipientes de deposição dos dejectos, bem como criar em algumas áreas chave WC caninos. |